FILME: Mesmo Se Nada Der Certo

<font color='#f21696'>FILME:</font> Mesmo Se Nada Der Certo

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“Gretta (Keira Knightley) e Dave (Adam Levine) são namorados de longa data e parceiros na composição de músicas. Quando ele consegue um contrato com uma grande gravadora em Nova York acaba deixando tudo para trás, inclusive ela. Mas a vida da jovem tem uma nova virada quando conhece Dan (Mark Ruffalo), um produtor musical falido que a vê cantando no bar e se encanta com seu talento.”

 

Se você, assim como eu, é fã do lindíssimo, queridíssimo e talentosíssimo Adam Levine… E quase infartou quando ouviu “Lost Stars” pela primeira vez, não pode perder esse filme estrelado por ele, com o debut dessa música maravilhosa.

É surpreendente! Fugindo do típico clichê de Hollywood, essa comédia romântica é totalmente original. O roteiro não tem o objetivo de mostrar personagens alcançando o topo da fama e se tornando “heróis”, sabe? E sim passar a mensagem de que é possível ser feliz e satisfeito com a própria vida, com as pequenas conquistas e mudanças, com os novos caminhos trilhados.

 

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“Sempre procurando um sentido… Será que somos todos estrelas perdidas, tentando iluminar a escuridão? Vire a página! Talvez nós acharemos um novo final, em que estamos dançando nas nossas lágrimas”

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Independência ou morte: Morando sozinha!

<font color='#f21696'>Independência ou morte:</font> Morando sozinha!

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De repente você, garota esperta e descolada, decidiu conquistar o último estágio da independência: um cantinho pra chamar de seu. Seja casa ou apartamento, é importante ter algumas ideias em mente pra evitar dores de cabeça!

Primeiramente, essa não é uma decisão que deve ser tomada por impulso. Se por algum motivo as coisas não vão bem no seu lar atual, como uma briga tensa entre seus pais ou suas irmãs te enlouquecendo, morar sozinha pode não ser a solução… E acabar piorando ainda mais a situação, prejudicando o relacionamento. A tão sonhada independência imobiliária requer maturidade e responsabilidade!

Em segundo lugar, lembre-se que seu cantinho vai gerar despesas, principalmente no começo. Por mais que você tenha começado aquele super estágio na faculdade, é importante poder contar com uma estabilidade financeira antes de dar o grande passo! Afinal, ninguém quer sair da asa dos pais já se endividando, né? Caso seu estado profissional não seja muito garantido, vale juntar um dinheiro antes de sair assinando contrato de locação.

O próximo passo é definir se você vai (e tem como) morar sozinha ou dividir apartamento, pois roommates exigem tolerância, principalmente em maiores números. Particularmente, já tive experiências maravilhosas e também catastróficas no quesito “dividir apartamento” – e minha dica é sempre estabelecer as regras desde o início pra evitar desentendimentos. Acredite, mesmo sua BFF de infância vai querer te estrangular depois de uns meses de convivência conturbada!

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O que levar na sua bolsa do dia a dia?

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Este post é pra você que, assim como eu, é bonita, inteligente, bem humorada, trabalhadora, responsável e modesta. Não é fácil manter todo o porte de diva diante das correrias diárias, né? Por isso, apresento pra vocês a arma-secreta-mortal-fonte-de-todo-o-nosso-poder: a bolsa feminina!

Que tal aprender algumas dicas básicas do que levar na sua bolsa do dia a dia e como organizá-la? Sem precisar carregar uma mala contendo o rascunho da sua casa pra encarar as saias justas de cada dia, é claro.

 

Mil e um bolsos podem significar mil e um esquecimentos! Eu também amo aquela minha bolsa-tipo-sacolão capaz de armazenar toda a minha história de vida em sua infinidade de bolsos. O problema é quando eu acordo atrasada e me arrumo correndo, pra então perceber que a bolsa não tem nada a ver com o meu look, o que resulta em três possíveis cenários: sair de casa “descombinando”, trocar de roupa e me atrasar mais ainda ou trocar de bolsa… E é aqui, minhas amigas, que o bicho pega. Já perdi as contas de quantas vezes saí de casa sem documentos do carro, celular ou carteira porque, no troca-troca de bolsas, um ficou de um lado e o outro ficou do outro. Mas muita calma nessa hora, nada de entrar em pânico! Tenho aqui a solução dos seus problemas… O organizador de bolsa.

 

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Filme / Livro : Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos

cidade dos ossos

— O que é isso? – perguntou olhando de Clary para os companheiros, como se eles pudessem saber o que ela estava fazendo ali.

— É uma garota – disse Jace, recuperando a compostura. — Você certamente já viu garotas antes, Alec. Sua irmã Isabelle é uma.

 

Foi no momento em que li este diálogo que pensei comigo mesma: “esse livro vai ser bom”.

Eu sempre gostei de ler. Li todos os clássicos, todos os não-clássicos… Sempre fui do tipo que se perdia por horas na livraria tentando escolher qual livro pedir de aniversário aos meus pais, porque só podia escolher um. Mas confesso que já fazia algum tempo desde a última vez que me emocionei em uma loja de livros, ultimamente parece tudo meio igual! Bruxas, vampiros, anjos, demônios, lobisomens, deuses (e semi-deuses)… O herói perfeito, a mocinha perfeita e a história trágica o suficiente pra ser perfeita também.

Não sei qual é o seu gosto, só que pro meu faltava alguma coisa. Talvez porque eu sempre tenha preferido os bad boys ao cavalheirismo de Edward, e a gentileza de Peeta e a ingenuidade de Percy Jackson não me impressionassem tanto. Faltava algo neles, mas a pergunta era: o quê?

Faltava sarcasmo, faltava comportamento impulsivo, faltava saber que era o rei da cocada-preta e se achar o tal por causa disso. Como eu disse, faltava a atitude bad boy! E se a atitude de Jace não fosse perfeita simplesmente por ser tão irritante, a interpretação de Jamie Campbell Bower deixou o pacote ainda melhor.

 

Sendo sincera, eu não dava nada pelo filme. Assisti porque toda galera que ia ao cinema naquela noite estava na pilha desse tal “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”. Juro que pelo título eu achei que era um filme de terror-meio-ficção-meio-suspense-meio-sinistro. Mas fui pra ver qual era! E me apaixonei por todos: pela história, pela fantasia, pela trilha sonora, principalmente pelos personagens… Isabelle e Alec Lightwood, os irmãos prodígio e, claro, o lindo-maravilhoso-sarcástico-e-irritantemente-convencido Jace Wayland.

Antes que eu dê maiores spoilers, vamos ao resumo oficial:

“Clary Fray presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Clary (Lily Collins) conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.”

 

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Basicamente, Clarissa/Clary (sim, amei que a personagem tem o meu nome!) é uma garota normal, cuja mãe superprotetora não gosta que ela vá nem até a esquina comprar pão, que se vê em uma boate quando três jovens, uma morena escultural e dois garotos sombrios, atraem um quarto elemento e o matam na frente de TODO MUNDO. O problema é que só Clary parece perceber que tem alguma coisa muito errada! Quem são esses caras de roupas pretas e por que seu melhor amigo Simon não consegue vê-los? Como se não bastasse isso, estranhas visões de símbolos esquisitos não param de pipocar em sua cabeça, ao mesmo tempo que sua mãe desaparece e a única coisa que parece fazer algum sentido é o olhar vazio do rapaz loiro na boate Pandemônio.

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