CINEMA: Crítica do filme “Esquadrão Suicida”

<font color='#f21696'>CINEMA:</font> Crítica do filme “Esquadrão Suicida”

filme esquadrao suicida cinema resenha critica opiniao

“Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia, uma das “convocadas” por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Crocodilo, El Diablo e Amarra são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.”

 

Olá, queridas leitoras do nosso blog! Depois de algum tempo sem postar aqui (#saudade), hoje vim compartilhar com vocês minha opinião sobre o filme “Esquadrão Suicida” que, desde que entrou em cartaz no cinema, tem causado polêmica nas redes sociais… Lembrando que este post contém spoilers, então assista o filme primeiro, leia nosso post e compartilhe sua opinião nos comentários. Se você não se importa com spoilers, continue aqui comigo!

Bom, o filme começa mais ou menos no mesmo ponto em que terminou “Batman vs Superman”, ou seja, depois da morte do homem de aço. E aí começa toda uma discussão sobre o que a humanidade vai fazer se o próximo Super-Homem for na verdade um super terrorista. Nesse cenário aparece a Amanda Waller, interpretada pela Viola Davis arrasando, gente! Ela sugere ao pessoal que resolve as tretas lá nos EUA que já que não tem heróis, a saída seria montar um time de vilões pra salvar geral… Até porque, se alguma coisa der errado, é só colocar a culpa neles e o-k.

Então nós somos apresentados aos nossos protagonistas queridos: Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Magia (Cara Delevingne), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Amarra (Adam Beach), Katana (Karen Fukuhara) e El Diablo (Jay Hernandez).

esquadrao suicida suicide squad critica cinema

Ler mais

Sobre amor próprio e autoestima (ou a falta)

Sobre amor próprio e autoestima (ou a falta)

amor proprio autoestima espelho comportamento texto autoajuda

Demorei anos pra entender os motivos das minhas neuras comigo mesma. Era meu nariz que não era o mais bonito. Meu peso. Cabelo. Olhos. Boca. Cheiro. Menstruação. Pelos. E a parte psicológica? Bom, eu era uma menina não muito diferente das outras, mas minha cabeça estava sempre a mil por hora, e ninguém dava muita bola para os meus “dramas adolescentes”. Afinal, pro resto do mundo era só isso. Que bom que a gente cresce e amadurece, né? Ainda bem!

Mesmo com o fim da adolescência, eu continuei não me sentindo confortável comigo mesma. Na minha própria pele… Pensava que podia ser algo relacionado a baixa autoestima, que podia ser apenas coisa da minha cabeça, como eles diziam. Mas, pra todo lado que eu olhava, via mulheres num padrão de beleza quase inatingível – e um monte de propagandas tendenciosas que mostravam a gente como um grande troféu. Eu não era daquele jeito! Eu não sou daquele jeito.

Aquela pele bronzeada quase laranja, corpos sarados, aquelas mulheres sorrindo nas fotos comendo salada… Eu simplesmente não levo jeito pra isso. E, mesmo se eu levasse, ninguém ia ter nada a ver com isso! É a minha vida; minhas regras.

Ler mais

FILME: Amor e Inocência

<font color='#f21696'>FILME:</font> Amor e Inocência

resenha filme amor e inocencia becoming jane netflix romance

“Inglaterra, 1795. Jane tem 20 anos e começa a se destacar como uma escritora. Enquanto está mais interessada em desvendar o mundo, seus pais querem que ela logo se case com um homem rico, que possa assegurar seu status perante a sociedade classicista da época. O principal candidato é o Sr. Wisley, neto da aristocrata Lady Gresham, mas Jane se interessa é pelo malandro Tom Lefroy, cuja inteligência e arrogância a provocam.

‘Amor e Inocência’ (Becoming Jane, no nome original) é um filme biográfico sobre a escritora inglesa Jane Austen. A história tenta reproduzir um pouco de sua vida, além de seus relacionamentos. O romance teria inspirado a obra Orgulho e Preconceito, o mais renomado romance da autora.

 

Amor e Inocência – ou Becoming Jane – é um filme inspirado na vida da escritora Jane Austen. Na história, ela é uma moça que vive com os pais na Inglaterra do século dezoito e escreve histórias pra entreter os parentes nas reuniões de família. Apesar de escrever sobre o amor, Jane nunca se apaixonou… Até o dia em que seu irmão volta da capital e traz um amigo, Thomas Lefroy, um charmoso advogado enviado pelo tio pra passar uns tempos na zona rural, como castigo por gastar tanto dinheiro em bebidas e festas. Thomas se sente entediado com a vida longe do movimento urbano e seu único interesse é saber porque Jane é tão desajeitada.

Naquela época, todas as moças eram belas, recatadas e do lar, mas Jane não queria nem saber de levar desaforo pra casa e, à primeira vista, achou Lefroy um metido que queria se intrometer na sua vida. Mas Thomas era, como Jane, um grande leitor, e passou a dar dicas de leitura pra que ela pudesse amadurecer sua escrita.

Ler mais

Você não precisa do “homem da sua vida”

Você não precisa do “homem da sua vida”

texto você não precisa do homem da sua vida comportamento solteira relacionamentos amor proprio

Não adianta dar meia noite e você me dizer que não tá nem aí pro que ele faz com você. Porque antes das quatro da madrugada você vai confessar que morre de saudades e não aguenta viver sem ele. Não adianta te pedir pra ser racional… Você tá num estágio que só quer a vida com ele ao lado – e não consegue nem imaginar um futuro próximo sem ele na sua cola. Por isso mesmo eu te convido a se lembrar dos seus primeiros romances, aqueles que você tinha certeza absoluta que eram o amor da sua vida. Apesar de já estar longe daqueles relacionamentos antigos, você continua com isso de “ah, mas ele é o homem da minha vida”!

Amiga, ele até pode ser, mas pelas estatísticas tá na cara que também pode não ser! Queria muito que você conseguisse enxergar que não é preciso um homem ao nosso lado pra validar a nossa existência. Com ou sem ele, você vai ter o mesmo sorriso bobo e vai rir das piadas mais ridículas da face da terra. Pode ser que seu sorriso tire uma folga nos primeiros meses sem a presença desse cara, eu sei, mas ele vai voltar. O sorriso. Vai voltar porque você tem suas músicas que te fazem bem, porque você vai gargalhar ao rever os mesmos filmes com o senso de humor besta que você deixou de lado. E você vai entender que a sua própria companhia vale ouro. Vai perceber o quanto você é capaz se divertir sozinha, em todos os sentidos, sem parecer obrigação. Livre, leve e solta!

Ler mais