Filme: Monte Carlo

“O filme conta a história de Grace (Selena Gomez), uma jovem garota que sempre sonhou em ir a Paris e, quando finalmente consegue, é confundida com uma herdeira britânica mimada, o que a leva junto de sua melhor amiga, Emma (Katie Cassidy), e sua meia-irmã, Meg (Leighton Meester), a um evento de caridade em Monte Carlo. As três meninas de repente encontram-se no centro das atenções e em um sonho de férias na cidade, mas as coisas começam a desandar quando um colar de um milhão de dólares desaparece e as três precisam rapidamente recuperá-lo.”

 

Apesar de eu adorar filmes “água com açúcar”, confesso que não esperava muito de Monte Carlo. Pensei que fosse só mais um clichê adolescente! Mas, como estava passando na TV, resolvi assistir.

Não é que me enganei? É super divertido, fofo e romântico! Tem várias lições de amizade e amor. Mostra que quem realmente gosta de nós, gosta como somos, apesar dos defeitos. Que, muitas vezes, momentos simples com as pessoas que amamos são muito melhores que qualquer luxo… Que dinheiro não é tudo e que a felicidade está nas pequenas coisas. Tudo isso com uma história envolvente, que faz a gente morrer de vontade de saber o final de toda a confusão.

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Liberte-se das relações fracassadas, dê uma chance a si mesma!

Essa semana, uma conhecida me procurou pra chorar as pitangas porque tinha terminado o namoro – de novo. Ressalto o “de novo” porque a situação é bem recorrente no caso dela e se repete pelo menos uma vez por mês. Seja por uma palavra mal falada, um olhar torto, um programa de fim de semana que os dois não concordam em fazer… Tudo acaba virando briga, e junto com as brigas discussões, gritos e lágrimas.

Mas depois de uma ou duas noites mal dormidas, meia dúzia de insultos jogados ao vento e lágrimas, muitas lágrimas, o casal volta às boas. Nada contra quem termina e volta, até porque não tem coisa mais bonita que ver um casal fazendo as pazes e muitas vezes é só uma fase ruim ou um problema passageiro, mas tem hora que a situação passa do limite e é aí que mora o perigo e a falta de bom senso. Quem nunca investiu em um relacionamento que já tinha tudo pra ser enterrado de vez? Mas, como a esperança é a última que morre, na maioria dos relacionamentos fadados ao fracasso morre primeiro o respeito, a cumplicidade e o amor. E, no fim, sobra mágoa e ressentimento.

 

Por que é tão difícil terminar um relacionamento que a gente sabe que não está dando certo? Muitos motivos podem ser apontados. Há quem diga que não perde a esperança de ver no outro aquela pessoa por quem se apaixonou. Algumas pessoas permanecem juntas porque se acomodaram e se acostumaram com a presença um do outro e há casos ainda que o medo da solidão é apontado como justificativa.

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E se não parássemos por aqui?

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Um número de telefone, um interesse… Falam tanto de amor à primeira vista, mas mesmo com aquela sensação de “é ele”, eu nunca pensei que fosse chegar a esse ponto e que passaria da fase das borboletas no estômago. Todas as vezes que olho pro seu rosto, consigo pensar em mil motivos pra te amar, apesar de tudo. Quando vejo seu sorriso, lágrimas caem pelo meu rosto, é inevitável.

Tão dramático, tão inseguro de si e com tanta dor guardada aí dentro… Se eu pudesse, querido, arrancava toda essa dor e sentia por você. Pegava todas as suas inseguranças e mandava pro espaço. Se você apenas me permitisse, eu simplesmente pegava na sua mão todo dia e te lembrava de que você é forte e que poderíamos passar por qualquer coisa juntos. Admiro sua capacidade de levar os problemas com um sorriso no rosto, mesmo se lamentando às vezes e querendo chorar. Você é mais forte que imagina e sua força é o que me move, deveria te mover também. Agora que sou um pouco mais forte, descobri como esse mundo se torna frio e rompe completamente a minha alma, mas eu sei bem lá no fundo que eu posso ser a única. Só você não percebe o quanto você significa.

Lembra? Você me disse “nós temos a vida inteira pra isso”, e tudo que eu queria é que fosse verdade. Eu poderia passar todos os dias da minha vida te lembrando do quanto você é lindo, mesmo sabendo que no fim do dia você daria aquele sorriso debochado e diria que sou cega. Mesmo sabendo que você não acreditaria, eu tentaria todos os dias… Só pela sensação de te ver sorrir com aquela carinha. Se você soubesse o que se passa aqui dentro quando sorri de alegria, sorriria sempre.

Por cada momento, por cada sorriso, por cada lágrima, por cada mordida seguida de uma gargalhada, por cada briga, por cada “acho melhor a gente parar por aqui” e cada reconciliação, por cada carinho, por cada arrepio, por cada beijo, por cada drama, por cada despedida e cada recomeço, por cada obstáculo, por cada plano… Por cada abraço que me trouxe a paz que eu tinha perdido há muito tempo. Por todo o amor que você me deu nas entrelinhas.

As estações estão mudando, as ondas se quebrando e todas as estrelas caindo por nós. Os dias aumentam e as noites diminuem, mas eu posso te mostrar que sou a pessoa certa. Podem passar mil estações, mas eu vou continuar sendo sua. Nunca vou deixar você cair, vou enfrentar tudo com você pra sempre, vou estar lá pra você apesar de tudo. Porque eu estou aqui por você, por favor não vai embora, por favor, diz que vai ficar! Posso ser louca e ter essa intensidade que te assusta, mas sou loucamente apaixonada por você. Fica… O amor é sim o suficiente.

Lembra quantas vezes você me disse que se sente sozinho? Eu sempre estive aqui e, mesmo quando você não merecer, vou estar. E todas as vezes que você reclamou que sente falta de ser amado, amor… Hoje eu te digo que você é. Porque você é meu verdadeiro amor, é todo o meu coração, por favor não o jogue fora.

beijinhos

 
 

Namoro: A Etiqueta do Término

Por muito tempo, tive em mente uma filosofia de vida muito simples e eficiente: “ex bom, é ex morto” – e fim da história. Esse negócio de ficar amiga de ex-namorado, de manter contato com o ex da amiga, de ficar com um sorriso no rosto ao esbarrar com o infeliz no aniversário de alguém e agir como se tudo fosse lindo e maravilhoso nunca fez parte do meu repertório.

Eu sempre tive esse dom incrível de nunca mais dar de cara com nenhuma pessoa com quem eu não quisesse mais conviver, mesmo que ela morasse na minha rua ou estudasse no mesmo lugar que eu. O problema foi quando eu me mudei pra uma cidade no norte de Santa Catarina que na época era tipo assim, um fim de mundo… Traduzindo: MUITO pequena.

Naquela época, no auge dos meus 15 anos e no auge das tão badaladas festinhas de 15 anos, não demorou muito pra que eu me enturmasse com uma galera legal e, claro, conhecesse AQUELE gato. Meninas, eu não vou mentir… Ele era o máximo! Lindo de morrer, romântico incorrigível, tímido de um jeito incrivelmente fofo. E o melhor: ele estava ME dando trela, ou seja, eu nem anotei a placa do caminhão que me atropelou… E, da noite pro dia, fui de garota popular e despreocupada pra tonta apaixonada.

O drama todo durou uns seis meses, e sinceramente é uma história da qual eu recordo com muito carinho. Primeiro porque foi meu primeiro “namorado” (e dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece), mas principalmente porque ele foi muito… Eu ia dizer legal, mas legal é uma palavra meio sem graça, acho que “foi sempre muito honesto comigo” descreve melhor a essência do que anos tínhamos. Ficamos muito amigos logo de cara, daquele tipo meio insuportável que pode contar um com o outro pra tudo e, quando acabamos ficando juntos, éramos de um companheirismo sem igual. Mas nem tudo dura pra sempre, e nós dois não tivemos um “para sempre” no nosso “viveram felizes”.

Eu digo isso porque a coisa toda deu muito certo, quando poderia ter acabado muito errado. Chegou num ponto que nós dois percebemos que éramos muito mais amigos do que casal, conversamos – e foi uma conversa bem desconfortável porque né, essa desculpa do eu só te vejo como amigo é sempre estranha, mesmo quando é verdade – e acabamos terminando.

Terminamos sem lágrimas, sem escândalos e sem pratos voando na cabeça um do outro. Ficamos amigos por muitos anos, demos muitas risadas juntos, seguramos a barra um do outro por inúmeras outras vezes, mas eventualmente seguimos caminhos diferentes. E hoje eu estou aqui, ele está lá e apesar de sempre sorrirmos quando nos encontramos, não mantemos muito contato.

Quando a coisa termina em bons termos dos dois lados, não é muito difícil manter uma amizade ou pelo menos uma certa cordialidade. Mas todas nós sabemos que nem sempre é assim, e comigo não foi diferente… Eu escolhi bem meu primeiro namorado mas esculhambei comigo mesma por pelo menos os cinco anos que se seguiram, porque olha, me enrolei com cada traste! E aí, minha amiga, não era só prato que voava, era vaso, era livro e até o bichinho de pelúcia que ele me deu de dia dos namorados entrava na dança. Sejamos sinceras: se você tem um instinto de esfolar o cara no asfalto te corroendo por dentro e dá de cara com ele na festa de aniversário da sua melhor amiga, pode ser meio problemático.

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