Filme: Wedding Daze

wedding daze

“Depois de perder a mulher de seus sonhos, Anderson está convencido de que nunca irá se apaixonar outra vez. Confuso, ele quer pedir em casamento a primeira mulher que conhecer. É quando a jovem Katie aparece em sua vida. Uma situação desconcertante, mas que irá mostrar que aquele era o tipo de amor que Anderson e Katie sempre estiveram procurando.”

 

Vi esse filme no Netflix e resolvi assistir, já que era uma das poucas comédias românticas que eu ainda não tinha visto na vida. Pensei que fosse meio sem noção quando li a sinopse, já que o protagonista pede em casamento a primeira mulher que vê na frente… Mas me enganei, porque tem toda uma história por trás disso.

“Wedding Daze” ou “O Prazer da Sua Companhia” mostra como é sempre possível recomeçar e ser feliz. Mostra que o amor é construído aos poucos e que, mesmo com tudo pra desmoronar, se for verdadeiro vai permanecer independente da dificuldade dos obstáculos, sem desistir. Mostra dois estranhos aprendendo a conviver e se aceitar, com o amor nascendo quando eles menos esperam e na hora que mais precisam.

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Aos corações confusos e partidos, com amor

aos corações partidos, com amor

Alguém deveria inventar um aplicativo pra celular que chama os bombeiros ao mesmo tempo em que você está numa ligação. Por que? Eu explico… Toda vez que a Ana me liga quase morro de ataque cardíaco. Não porque ela só se mete em confusão ou qualquer coisa do gênero, mas porque ela é simplesmente M-U-I-T-O dramática. Ela liga pedindo ajuda-pelo-amor-de-deus porque o pneu do carro furou como se isso fosse o fim do mundo e não existisse assistência ou seguro que atenda 24 horas, ela aparece na porta da sua casa 1 da manhã pedindo ajuda porque o cachorro dela se cortou cruzando uma cerca de arame farpado atrás de uma cachorra no cio, ela é do tipo que avisa pelo Facebook que está se mudando pro Rio de Janeiro pra fazer trabalho voluntário no “morro do alemão” porque na novela é muito digno. Resumindo a ópera: se drama tem um sinônimo, é Ana.

Estava dormindo e curtindo o tempo de sonho com o Johnny Depp que me restava antes de ter que acordar pra ir trabalhar no dia seguinte. Sem mentira, eram três horas da madrugada quando aquele alarme tocou loucamente! Digo alarme porque quando ela liga toca uma sirene de emergência, então eu e meu Johnny Depp onírico caímos da cama apavorados com aquela barulheira toda. Me preparei psicologicamente ao ver a foto dela na tela do celular e atendi.

A voz estridente do outro lado da linha começou a guinchar freneticamente no momento em que eu disse um “alô” bem mau humorado e, no meio da choradeira (ou gritaria, ficou meio difícil mesmo de diferenciar), eu não entendia nada do que a Ana falava. Começou a me bater um desespero porque aquela guria não se acalmava independente do que eu dizia e a única coisa que eu pensava era “ai minha nossa senhora, que ela não tenha saído da balada e atropelado um ciclista e nem tenha sido assaltada”! Foram 7 minutos de “se acalma que vai ficar tudo bem” – e devo acrescentar que vocês não fazem ideia do quanto é assustador ficar esse tempo (que nem parece muito) sem saber o que está acontecendo com a sua amiga do outro lado da linha telefônica. Entendi as palavras: “ele está indo embora”,  “simplesmente assim, largou tudo” e “foi pros Estados Unidos”.

Pera aí… Pausa por um momento e repita essa afirmação! Como é que é?! Ele vai embora?

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A felicidade irreal nas redes sociais

Você já se perguntou alguma vez porque todo mundo é tão feliz no Facebook ou porque algumas pessoas se expõem tanto no mundo virtual? Ultimamente me pergunto isso todos os dias. Já deixo claro que não tenho nada contra quem usa a rede social como meio de divulgação de tudo que faz na vida, até porque cada um é livre pra viver do jeito que achar melhor. O que preocupa mesmo é o quanto as relações acabam engessadas por causa de toda essa exposição, que às vezes chega a ser extrema.

Nem tudo é regra e nem tudo é exceção… Óbvio que tem gente que usa as redes sociais de forma saudável. Há quem diga que a internet destrói relacionamentos e, ainda mais, dizem que será causa do enfraquecimento das relações pessoais, mas eu não penso assim. Na verdade, a pergunta certa a se fazer é: você é resultado das redes sociais ou a sua rede social é resultado de quem você realmente é? Vai dizer que você não acha legal fazer aquela super viagem, alcançar uma grande conquista, realizar um sonho e dividir esses momentos tão marcantes nas redes sociais? Sim, é claro! O problema é que aí mora a linha tênue entre a exposição exagerada e o simples compartilhar de momentos bons, e é nessa hora que o bom senso de cada um faz toda a diferença.

Pode parecer bobagem, mas todo mundo conhece alguém que para a cada cinco minutos pra postar uma foto no Instagram, no Facebook e onde mais puder aparecer. E assim os momentos deixam de significar momentos e passam a ser só mais uma forma de mostrar pro mundo o quanto se é feliz, o quanto se pode gastar ou o quanto se está por dentro do que é novo, do que está na moda, do que chama atenção, e assim a vida acaba se tornando uma vitrine.

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Liberte-se das relações fracassadas, dê uma chance a si mesma!

Essa semana, uma conhecida me procurou pra chorar as pitangas porque tinha terminado o namoro – de novo. Ressalto o “de novo” porque a situação é bem recorrente no caso dela e se repete pelo menos uma vez por mês. Seja por uma palavra mal falada, um olhar torto, um programa de fim de semana que os dois não concordam em fazer… Tudo acaba virando briga, e junto com as brigas discussões, gritos e lágrimas.

Mas depois de uma ou duas noites mal dormidas, meia dúzia de insultos jogados ao vento e lágrimas, muitas lágrimas, o casal volta às boas. Nada contra quem termina e volta, até porque não tem coisa mais bonita que ver um casal fazendo as pazes e muitas vezes é só uma fase ruim ou um problema passageiro, mas tem hora que a situação passa do limite e é aí que mora o perigo e a falta de bom senso. Quem nunca investiu em um relacionamento que já tinha tudo pra ser enterrado de vez? Mas, como a esperança é a última que morre, na maioria dos relacionamentos fadados ao fracasso morre primeiro o respeito, a cumplicidade e o amor. E, no fim, sobra mágoa e ressentimento.

 

Por que é tão difícil terminar um relacionamento que a gente sabe que não está dando certo? Muitos motivos podem ser apontados. Há quem diga que não perde a esperança de ver no outro aquela pessoa por quem se apaixonou. Algumas pessoas permanecem juntas porque se acomodaram e se acostumaram com a presença um do outro e há casos ainda que o medo da solidão é apontado como justificativa.

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