A felicidade irreal nas redes sociais

Você já se perguntou alguma vez porque todo mundo é tão feliz no Facebook ou porque algumas pessoas se expõem tanto no mundo virtual? Ultimamente me pergunto isso todos os dias. Já deixo claro que não tenho nada contra quem usa a rede social como meio de divulgação de tudo que faz na vida, até porque cada um é livre pra viver do jeito que achar melhor. O que preocupa mesmo é o quanto as relações acabam engessadas por causa de toda essa exposição, que às vezes chega a ser extrema.

Nem tudo é regra e nem tudo é exceção… Óbvio que tem gente que usa as redes sociais de forma saudável. Há quem diga que a internet destrói relacionamentos e, ainda mais, dizem que será causa do enfraquecimento das relações pessoais, mas eu não penso assim. Na verdade, a pergunta certa a se fazer é: você é resultado das redes sociais ou a sua rede social é resultado de quem você realmente é? Vai dizer que você não acha legal fazer aquela super viagem, alcançar uma grande conquista, realizar um sonho e dividir esses momentos tão marcantes nas redes sociais? Sim, é claro! O problema é que aí mora a linha tênue entre a exposição exagerada e o simples compartilhar de momentos bons, e é nessa hora que o bom senso de cada um faz toda a diferença.

Pode parecer bobagem, mas todo mundo conhece alguém que para a cada cinco minutos pra postar uma foto no Instagram, no Facebook e onde mais puder aparecer. E assim os momentos deixam de significar momentos e passam a ser só mais uma forma de mostrar pro mundo o quanto se é feliz, o quanto se pode gastar ou o quanto se está por dentro do que é novo, do que está na moda, do que chama atenção, e assim a vida acaba se tornando uma vitrine.

Ler mais

Liberte-se das relações fracassadas, dê uma chance a si mesma!

Essa semana, uma conhecida me procurou pra chorar as pitangas porque tinha terminado o namoro – de novo. Ressalto o “de novo” porque a situação é bem recorrente no caso dela e se repete pelo menos uma vez por mês. Seja por uma palavra mal falada, um olhar torto, um programa de fim de semana que os dois não concordam em fazer… Tudo acaba virando briga, e junto com as brigas discussões, gritos e lágrimas.

Mas depois de uma ou duas noites mal dormidas, meia dúzia de insultos jogados ao vento e lágrimas, muitas lágrimas, o casal volta às boas. Nada contra quem termina e volta, até porque não tem coisa mais bonita que ver um casal fazendo as pazes e muitas vezes é só uma fase ruim ou um problema passageiro, mas tem hora que a situação passa do limite e é aí que mora o perigo e a falta de bom senso. Quem nunca investiu em um relacionamento que já tinha tudo pra ser enterrado de vez? Mas, como a esperança é a última que morre, na maioria dos relacionamentos fadados ao fracasso morre primeiro o respeito, a cumplicidade e o amor. E, no fim, sobra mágoa e ressentimento.

 

Por que é tão difícil terminar um relacionamento que a gente sabe que não está dando certo? Muitos motivos podem ser apontados. Há quem diga que não perde a esperança de ver no outro aquela pessoa por quem se apaixonou. Algumas pessoas permanecem juntas porque se acomodaram e se acostumaram com a presença um do outro e há casos ainda que o medo da solidão é apontado como justificativa.

Ler mais

“Entre ele e elas”: O segredo é saber viver

Decepções e dificuldades na vida são fatos do nosso cotidiano. Afinal, quem nunca quebrou a cara com um relacionamento, terminou uma grande amizade ou, simplesmente, brigou por coisas bobas ou por motivo algum?

Acredito que somos totalmente sujeitos a esses fatos, dia após dia. Vejo que muitas mulheres se abalam bastante quando encaram obstáculos, sejam pequenos ou grandes e, muitas vezes, essas dificuldades influenciam na convivência entre amigos, no trabalho, na faculdade ou até em família. Mulheres, tenham convicção de que nada é e nem será fácil para vocês!

A vida ensina e as prepara para as grandes dificuldades como menstruação, gravidez, parto, filhos e até salto alto (e imagino como esse último deve ser difícil!). Dessa forma, vocês aprendem a aguentar o inconveniente, a dor, a espera e o sacrifício. Sendo assim, digo que decepções e dificuldades serão sempre passageiras na vida da mulher e, talvez futuramente, você perceba que aquilo que parecia o fim do mundo pode ter sido o empurrão que faltava ou a porta de entrada para uma fase de grandes mudanças e novos sonhos. Leve tudo aquilo de bom que a vida lhe proporciona, dê o máximo de si em todos os campos de sua vida e nunca se esqueça de que nada acontece por acaso. Então, esteja sempre preparada para as surpresas e armadilhas que somos submetidos a cada dia.

Nunca lamente ou diga “eu não consigo” pois você estará mentindo para si mesma. Saiba que é indescritível um belo sorriso seu ao amanhecer, uma palavra de carinho durante o dia, um grande abraço em uma amiga acompanhado de inúmeras risadas e gargalhadas. Veja como você mesma faz a diferença no ambiente e nas pessoas ao seu redor. E, por último, não corra contra o tempo e nunca deixe que palavras e acontecimentos sejam mais fortes que seus sonhos e desejos!

 

Beijos, Cris

Cristian

 
 

Bullying: Pequenas atitudes, grandes mudanças

Sabe quando chega aquele sábado, bem no final do semestre letivo da faculdade, em que você está mega cansada de estudar e só quer que saiam os resultados das matérias pra então pegar o carro e ir pra praia com os amigos curtir aquele descanso merecido? Aí, por capricho de São Pedro, apesar de ter feito um calor infernal acompanhado por um sol escaldante a semana inteira, quando você acorda na manhã do fim de semana está chovendo… E você decide ficar em casa assistindo TV.

Algo desse tipo aconteceu comigo não faz muito tempo e, enquanto eu curtia o meu mau humor de quando-meus-planos-saem-errado, fiquei passando os canais da Sky e vi que estava pra começar “One Tree Hill”, um seriado de drama. Li a sinopse e me pareceu meio draminha-adolescente-água-com-açúcar, mas o resumo trazia o título do episódio, e foi isso que me chamou atenção: “With Tired Eyes, Tired Minds and Tired Souls, We Slept” – algo como “com olhos cansados, mentes cansadas, almas cansadas, nós dormimos”.

Confesso que fiquei surpresa. Logo na abertura, o personagem principal faz uma reflexão que diz o seguinte: “Esta escuridão tem um nome? Essa crueldade, esse ódio… Como nos encontrou? Roubou uma entrada em nossas vidas ou nós que a procuramos e a abraçamos? O que aconteceu conosco, que agora mandamos nossos filhos pelo mundo da mesma forma como enviamos homens à guerra, esperando por seu retorno seguro, mas sabendo que alguns se perderão pelo caminho. Quando nós perdemos nosso caminho? Consumido pelas sombras, engolidos por esta escuridão… Ela tem um nome? É o seu nome?”.

Ler mais