Unhas precisam “respirar”? Mito ou verdade? Cuidados necessários para ter unhas saudáveis

Agora, nas férias, as nossas unhas não param sem esmalte, até porque é um acessório indispensável para deixar qualquer look mais bonito. Em Janeiro e Fevereiro, quando muitas pessoas viajam e elas ainda estão pintadas, vem aquela dúvida: minhas unhas precisam “respirar”?!

Primeiramente, a unha é composta por queratina, que é um tecido morto… Então, ela não respira. Mas existem grandes equívocos quando o assunto é a respiração das unhas e, para entendermos bem os cuidados que elas precisam, é só pensarmos na composição da maioria dos esmaltes. Como eu já postei anteriormente, existem várias substâncias químicas que agridem as nossas unhas, mesmo se a pessoa não for alérgica como eu. Precisamos deixar a unha ter um descanso dessa composição do esmalte, para que não ocorra descamação, secura e quebra. Por isso, os esmaltes livres dessas substâncias podem ser usados por um pouco mais de tempo. A acetona também precisa ser evitada, pois possui substâncias que deixam as unhas ressecadas e amareladas.

 

Além disso, é muito importante lembrar que devemos retirar o esmalte para hidratarmos a unha. Podemos usar qualquer creme de hidratação profunda! Mas esta é a hidratação de fora para dentro, então não vamos esquecer a contrária, de dentro para fora… Tomar bastante água e cuidar da alimentação também vão ajudar na saúde das unhas.

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Manual Prático da Depilação

Se alergia tivesse um segundo nome, ele seria Clarissa. Ao longo da minha vida, descobri que: não são todos os tipo de camarão que eu posso comer sem ficar com bolinhas vermelhas pelo corpo todo;  que por algum motivo mágico e inexplicável o meu segundo furo na orelha nunca me incomodou, mas o primeiro inflama por qualquer coisinha – principalmente com meus brincos preferidos, claro;  que cremes hidratantes com cheiro de pera, uva, maçã e salada mista me dão coceira; que picadas de mosquitos ou insetos em geral aterrorizam a minha vida, porque elas inflamam loucamente e mancham a minha pele se pegam sol (o que explica o fato de eu odiar o verão); e claro… Não podia faltar a minha alergia a quase todos os métodos depilatórios existentes. 

Não vou mentir pra vocês… Depilação sempre foi um drama na minha vida, desde a sobrancelha até a meia perna, por causa dessas minhas alergias inexplicáveis. Cera (quente, morna e fria) irrita a pele da minha perna, fico com coceiras se uso creme depilatório nas axilas, e lâminas enchem minha virilha de bolinhas (nome científico: foliculite), sem mencionar que os pelos encravam loucamente. Ou seja, terrorismo completo, certo?

Mas assim, isso não quer dizer que eu seja um macaco peludo, tá gente? Como toda mulher que se preze, eu aguento dores e peripécias sem descer do salto pra estar sempre linda-loira-e-online na balada. A vantagem disso tudo é que já experimentei os mais diversos tipos de depilação possíveis e imagináveis (exceto a egípcia e a laser, porque não sou rica ainda) e preparei pra vocês algumas dicas espertas pra que nenhum pelinho incômodo estrague o visual escultural de cada uma de nós, saindo do mar, naquele biquíni que custou três meses de economias.

 

Em primeiro lugar, como eu sempre digo, o caminho a tomar depende não só de onde você quer chegar, mas também do quanto você está disposta a sofrer e gastar no processo.

 

Os métodos mais conhecidos de depilação são: pinça (sim, já vou explicar), ceras (quente, morna e fria), cremes depilatórios, depilador elétrico, lâmina, egípcia e laser. Então, vamos por partes:

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Bullying: Pequenas atitudes, grandes mudanças

Sabe quando chega aquele sábado, bem no final do semestre letivo da faculdade, em que você está mega cansada de estudar e só quer que saiam os resultados das matérias pra então pegar o carro e ir pra praia com os amigos curtir aquele descanso merecido? Aí, por capricho de São Pedro, apesar de ter feito um calor infernal acompanhado por um sol escaldante a semana inteira, quando você acorda na manhã do fim de semana está chovendo… E você decide ficar em casa assistindo TV.

Algo desse tipo aconteceu comigo não faz muito tempo e, enquanto eu curtia o meu mau humor de quando-meus-planos-saem-errado, fiquei passando os canais da Sky e vi que estava pra começar “One Tree Hill”, um seriado de drama. Li a sinopse e me pareceu meio draminha-adolescente-água-com-açúcar, mas o resumo trazia o título do episódio, e foi isso que me chamou atenção: “With Tired Eyes, Tired Minds and Tired Souls, We Slept” – algo como “com olhos cansados, mentes cansadas, almas cansadas, nós dormimos”.

Confesso que fiquei surpresa. Logo na abertura, o personagem principal faz uma reflexão que diz o seguinte: “Esta escuridão tem um nome? Essa crueldade, esse ódio… Como nos encontrou? Roubou uma entrada em nossas vidas ou nós que a procuramos e a abraçamos? O que aconteceu conosco, que agora mandamos nossos filhos pelo mundo da mesma forma como enviamos homens à guerra, esperando por seu retorno seguro, mas sabendo que alguns se perderão pelo caminho. Quando nós perdemos nosso caminho? Consumido pelas sombras, engolidos por esta escuridão… Ela tem um nome? É o seu nome?”.

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Decoração: Design criativo!

Oi meninas! Hoje vamos falar de decoração e design criativo. Quem não adora pegar aqueles móveis velhos ou objetos que estejam de lado e deixá-los renovados sem gastar muito? Eu amo! Confesso que sou viciada em reciclagem de objetos/artesanato e sempre estou juntando o que não uso e dando uma “nova vida” àquilo que estava sem graça.

 

Selecionei algumas imagens com várias ideias de design criativo e reciclável, daqueles que você pode fazer com objetos que são encontrados em casa! Confiram: 

Utilizando um móvel antigo, o artista transformou uma escrivaninha velha em uma bancada com um cooktop (um tipo de fogão) e decorou com algumas plantinhas – que também podem ser substituídas por temperos! Nessa imagem, o artista respeitou o espaçamento entre cooktop e cantos da escrivaninha, para evitar possíveis acidentes.

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