Como lidar com a ansiedade de forma construtiva

Como lidar com a ansiedade de forma construtiva

A ansiedade já se tornou o mal do século… Isso é um fato indiscutível. Só os outros ansiosos sabem o que a gente passa diariamente. Mas podemos, sim, aprender a lidar com ela! Por mais difícil que seja, sempre há um jeito mais leve de levar as situações. Por isso, hoje resolvemos trazer algumas dicas cheias de positividade ❤ Confira!!

 

  • Reconheça que há algo diferente

Reconhecer que não está tudo bem é um dos primeiros passos pra sair do fundo do poço (ou nem chegar lá, com sorte). É preciso coragem, autocrítica e força pra entender que a situação não tem controle e externar o que se passa com você pra que tudo fique bem! Reconhecer é importante e não um erro; não te faz pior que ninguém.

 

  • Conte com alguém próximo

É essencial alguém pra desabafar, nem que seja um terapeuta. Um amigo, uma amiga, algum familiar. Desde que seja alguém que te conforte e gere menos ansiedade, é sempre bom ter com quem contar em uma crise, um momento tenso ou simplesmente pra poder falar um pouco como se sente.

 

  • Procure ajuda profissional

É sempre importante um acompanhamento profissional e próximo pra ajudar, não só nas crises mas a se encontrar, buscando a melhor solução pra si e os próximos. Terapia não é ruim; ajuda demais a chegar em pontos preciosos e necessários! Psiquiatria é mais que necessária nos dias de hoje e em uma sociedade tão doente e apática. Não tenha vergonha em procurar ajuda de quem entende, estuda e trata sobre o que te atormenta. Procure indicações com pessoas próximas, não desista na primeira tentativa! Teste possibilidades, tratamentos. Não desista!!!

 

  • Assista, ouça, leia, inspire-se e acompanhe o que te faz bem

Sabemos que o time da sofrência sintoniza na Adele (quem somos nós pra julgar?) quando a coisa fica feia, mas o ideal é se colocar pra cima e não o contrário. Colocar um álbum incrível pra tocar, ler aquele livro, alegrar as coisas! Ou, se o astral estiver muito baixo, temos comédias excelentes na Netflix, Popcorn Time e Social Comics, por exemplo. É sempre bom conseguir rir, abstrair, sentir uma música… Desconectar-se da tensão e aproveitar o momento. Por que não?!

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20 dicas simples (e úteis) para uma vida mais leve

20 dicas simples (e úteis) para uma vida mais leve

Nunca vi flor abrir de um dia para o outro e sem cuidado. É preciso amor diário e paciência para conseguir ver uma flor no seu auge! O mesmo acontece comigo e com você. Muitos momentos na vida são como uma espécie de teste de fé, de paciência… Praticamente uma prova de resistência que às vezes nos faz pirar. Esses momentos geralmente dizem muito sobre o que nos acontece e quem escolhemos nos tornar! Sim, somos produto da nossa história e decidimos cada um dos nossos caminhos trilhados. E é sempre possível viver uma vida mais leve!!

Recomendo sempre fazer o melhor em relação a qualquer coisa que nos aconteça – por mais que a vida não tenha sido tão favorável até o momento. Sempre existe uma ou outra beleza que ainda não conseguimos identificar. Juro! É tudo questão de perspectiva e ponto de vista, meu bem. Ajude-se com essa pequena lista que criamos para os momentos tensos, seja repensando o próprio comportamento ou se lembrando do óbvio que esquecemos:

 

1- Tenha sempre alguém com quem contar – mas não precisa contar tudo para esse alguém.

2- Você não é obrigada a seguir o que não quer.

3- Ouça, com humildade, quem já tem mais experiência.

4- Não precisa agredir o outro (nem verbalmente) para mostrar que tem razão. Agressividade não é argumento!

5- Procure exercícios de respiração para controlar a ansiedade nas horas difíceis. Os resultados são cientificamente comprovados.

6- Não se esqueça de que errar é humano.

7- Lembre que a vida é um processo e você ainda chega lá.

8- Aceite que você vai mudar de opiniões ao longo do tempo.

9- Alongue-se quando se sentir muito agitada ou muito apática.

10- Assista a vídeos engraçados.

11- Invista em si mesma.

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Não se leve tão a sério, você merece ficar bem!

Não se leve tão a sério, você merece ficar bem!

Não é fácil encontrar uma pessoa que tem coisa pra falar e que é sensível a ponto de encantar as pessoas com seu jeito, por mais peculiar que ele seja. Você sempre foi um talento nato pra muita coisa, não seja modesta nesses momentos. Não é todo mundo que tem essa inteligência toda, mas você devia direcionar toda essa sua esperteza pra o bem. Tenha autocrítica e nenhum medo de rir de si mesma!

O que os outros esperam de ti ou os valores distorcidos que enfiam na sua goela abaixo não são você. A frustração do outro, seja de um amor romântico ou de amor de sangue não vai definir quem você é ou pode vir a ser. Só você pode levantar dessa cama. E temos camas – pensamos pouco nisso, mas nem todo mundo tem onde dormir! Temos pessoas incríveis ao nosso redor e dispostas a estender a mão quando quem mais a gente espera nos momentos difíceis está em outra fase. E isso é normal e tá tudo bem, ninguém é obrigado a estar presente o tempo todo – porque o importante mesmo é saber que na hora que tudo estiver ruindo, pelo menos um colo, um colchão e uma risada amiga você tem. E quando não der tempo, fica pra próxima: porque a vida tem altos e baixos e tá mais que ok não ser mega feliz o tempo todo.

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Precisamos falar sobre a série “Os 13 Porquês”

Precisamos falar sobre a série “Os 13 Porquês”

{Contém spoilers}

Ilustração: @cantero88 / Matheus Jardim

A série é baseada no livro do escritor norte-americano Jay Asher, Th1rteen R3asons Why – não escrevi errado, é isso mesmo! O livro é de 2007 e, em 2011, a obra alcançou o topo dos mais vendidos no New York Times. Original da Netflix, “Os 13 Porquês” (Thirteen Reasons Why) chegou em abril dando uma super voadora na cara de todo mundo. Muitos críticos chegaram a recomendar que o seriado não fosse assistido por conta dos temas abordados e que, infelizmente, ainda são tabu na sociedade… O suicídio na adolescência, bullying, misoginia, assédio, estupro, relações familiares conturbadas, postura ética escolar perante o aluno como ser humano. E o comportamento das pessoas em volta em relação a tudo isso!

Conforme a publicação Mapa da Violência, baseada em dados coletados pelo Ministério da Saúde, as faixas em que as taxas de suicídio mais cresceram no Brasil, entre 2002 e 2012, foram as dos 10 aos 14 anos (40%) e dos 15 aos 19 anos (33,5%). No Rio Grande do Sul, segundo a Secretaria Estadual da Saúde, ocorreram 60 suicídios nesse grupo em 2013, o maior número desde 2009. Essas mortes são a face trágica de um problema muito mais abrangente, que diz respeito às tentativas de tirar a própria vida. De acordo com os registros existentes no Centro de Informações Toxicológicas (CIT), 4.658 crianças e adolescentes gaúchos tentaram se matar, apenas por autointoxicação, entre 2005 e 2013.

Na minha humilde opinião de espectadora, amante de storytellings, leitora – porque o seriado é baseado em um livro, que é muito bom, por sinal (e a série se mostra fiel ao mesmo, pelo menos até onde eu li) – e até mesmo uma pessoa neuroatípica que já lidou com muitas situações mostradas; posso afirmar que a série trouxe à tona assuntos importantes de serem discutidos, já que não é todo mundo que está preparado para lidar com essas questões. Afinal, sua mãe conversa/conversava abertamente sobre estupro e suicídio com você?

O perigo mora na abordagem e na interpretação de cada um. Digo isso porque é importante refletir além da história contada e focar não só na polêmica causada, mas nos motivos e urgências em torno dos temas abordados na série e seus impactos reais na sociedade! Vamos analisar??

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Renata Rocha ou Rê, 23 anos, mineira de BH. Estudante de jornalismo, é completamente apaixonada por ler, falar (muito) e escrever. Louca pelo universo feminino, ama assuntos sobre beleza e tudo relacionado à maquiagem, cabelos e unhas – o que é trazido há 6 anos neste blog. Pisciana que pensa com o coração, vive de sonhos e palavras!
















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