CINEMA: Crítica do filme “Esquadrão Suicida”

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“Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia, uma das “convocadas” por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Crocodilo, El Diablo e Amarra são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.”

 

Olá, queridas leitoras do nosso blog! Depois de algum tempo sem postar aqui (#saudade), hoje vim compartilhar com vocês minha opinião sobre o filme “Esquadrão Suicida” que, desde que entrou em cartaz no cinema, tem causado polêmica nas redes sociais… Lembrando que este post contém spoilers, então assista o filme primeiro, leia nosso post e compartilhe sua opinião nos comentários. Se você não se importa com spoilers, continue aqui comigo!

Bom, o filme começa mais ou menos no mesmo ponto em que terminou “Batman vs Superman”, ou seja, depois da morte do homem de aço. E aí começa toda uma discussão sobre o que a humanidade vai fazer se o próximo Super-Homem for na verdade um super terrorista. Nesse cenário aparece a Amanda Waller, interpretada pela Viola Davis arrasando, gente! Ela sugere ao pessoal que resolve as tretas lá nos EUA que já que não tem heróis, a saída seria montar um time de vilões pra salvar geral… Até porque, se alguma coisa der errado, é só colocar a culpa neles e o-k.

Então nós somos apresentados aos nossos protagonistas queridos: Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Magia (Cara Delevingne), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Amarra (Adam Beach), Katana (Karen Fukuhara) e El Diablo (Jay Hernandez).

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Clarissa

Em 11 de agosto de 2016
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Categorias: Filmes,Variedades

FILME: Amor e Inocência

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“Inglaterra, 1795. Jane tem 20 anos e começa a se destacar como uma escritora. Enquanto está mais interessada em desvendar o mundo, seus pais querem que ela logo se case com um homem rico, que possa assegurar seu status perante a sociedade classicista da época. O principal candidato é o Sr. Wisley, neto da aristocrata Lady Gresham, mas Jane se interessa é pelo malandro Tom Lefroy, cuja inteligência e arrogância a provocam.

‘Amor e Inocência’ (Becoming Jane, no nome original) é um filme biográfico sobre a escritora inglesa Jane Austen. A história tenta reproduzir um pouco de sua vida, além de seus relacionamentos. O romance teria inspirado a obra Orgulho e Preconceito, o mais renomado romance da autora.

 

Amor e Inocência – ou Becoming Jane – é um filme inspirado na vida da escritora Jane Austen. Na história, ela é uma moça que vive com os pais na Inglaterra do século dezoito e escreve histórias pra entreter os parentes nas reuniões de família. Apesar de escrever sobre o amor, Jane nunca se apaixonou… Até o dia em que seu irmão volta da capital e traz um amigo, Thomas Lefroy, um charmoso advogado enviado pelo tio pra passar uns tempos na zona rural, como castigo por gastar tanto dinheiro em bebidas e festas. Thomas se sente entediado com a vida longe do movimento urbano e seu único interesse é saber porque Jane é tão desajeitada.

Naquela época, todas as moças eram belas, recatadas e do lar, mas Jane não queria nem saber de levar desaforo pra casa e, à primeira vista, achou Lefroy um metido que queria se intrometer na sua vida. Mas Thomas era, como Jane, um grande leitor, e passou a dar dicas de leitura pra que ela pudesse amadurecer sua escrita.

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Camila Vieira

Em 9 de maio de 2016
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Categorias: Filmes

FILME: Divertida Mente

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“Riley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro dela convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. A líder deles é Alegria, que se esforça bastante para fazer com que a vida da garota seja sempre feliz. Entretanto, uma confusão na sala de controle faz com que a Alegria e a Tristeza sejam expelidas para fora do local! Agora, elas precisam percorrer as várias ilhas existentes nos pensamentos de Riley para retornar à sala de controle – e, enquanto isso, sua vida muda radicalmente.”

 

A Disney•Pixar conseguiu, mais uma vez, criar um filme extremamente cativante para os públicos de todas as idades! Como não amar?

“Divertida Mente” é uma animação sobre comportamento, personalidade e, principalmente, emoções. O roteirista e diretor do filme, Pete Docter, teve a ideia do script observando as mudanças de personalidade de sua filha à medida que ela crescia. Ele queria uma forma divertida de explicar como e porquê as pessoas mudam… E conseguiu!

Para explicar a influência das emoções no processo de crescimento, a história apresenta Riley, uma garota de 11 anos de personalidade alegre e fortemente ligada aos pais, cujos hobbies envolvem principalmente hockey e fazer palhaçadas. Na ‘sala de controle’, dentro da mente dela, encontram-se cinco personificações de suas emoções básicas: Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho.

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Clarissa

Em 15 de fevereiro de 2016
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Categorias: Filmes

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