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Mulheres e cafajestes… Histórias que se repetem
Toda mulher já conheceu um cafajeste em sua vida e, se não conheceu, ainda vai conhecer. Porque diferente do que o próprio nome diz, o cafajeste não é visto inicialmente como um perigo. Provavelmente só vamos saber que o indivíduo em questão representa a espécie muito tempo depois do que gostaríamos.
Não, o cafajeste não anda com uma plaquinha no pescoço pra te dar sinais de que ele não é um bom investimento. Pelo contrário, ele vai tentar provar a todo custo que foi feito pra você, que é seu número e que você nunca conheceu ninguém tão especial quanto ele. E é aí que mora o perigo! Esse cara vai dizer tudo que a mulher quer ouvir, vai ligar quando ela está esperando e vai ser um perfeito cavalheiro, coisas que muitas vezes estão em falta quando se trata dos homens “normais”.
Os cafajestes conhecem o ponto fraco das mulheres e isso acaba sendo perigoso. Ele vai te chamar de linda, mandar flores sem motivo especial, lotar seu celular de mensagens e te chamar pra fazer coisas incríveis. Vai tentar te provar que é perfeito e tudo vai parecer um conto de fadas! E no fundo é isso mesmo que toda mulher espera, alguém que a faça se sentir especial. Por isso nem percebe o que está acontecendo, até que… Até que ele some sem deixar rastros. Aí você vai se perguntar: O que eu fiz de errado? Por que ele sumiu? É claro que não dá pra generalizar, às vezes simplesmente o relacionamento não deu certo e ponto! Mas é mais claro ainda que tem muito homem cafajeste que só está afim de diversão e conquista, não de um relacionamento de verdade; além de que sempre tem uma fila de mulheres atrás dele.
Identificar um cafajeste não é tão difícil, mas quando a pessoa está apaixonada ela passa direto pelos sinais que ele dá e ignora aquela placa gigante que diz CUIDADO! Muitas vezes é inevitável acabar se envolvendo com um cara assim. Se você sente que não vai dar em nada, tente não se iludir! Ele pode até mudar com o tempo, mas nem sempre vale a pena pagar pra ver.
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domingo, 12.05.2013 às 18:38 em Amor,Comportamento,Textos | Por: Flaviane Oliveira | 10 Comentários
Aos corações confusos e partidos, com amor

Alguém deveria inventar um aplicativo pra celular que chama os bombeiros ao mesmo tempo em que você está numa ligação. Por que? Eu explico… Toda vez que a Ana me liga quase morro de ataque cardíaco. Não porque ela só se mete em confusão ou qualquer coisa do gênero, mas porque ela é simplesmente M-U-I-T-O dramática. Ela liga pedindo ajuda-pelo-amor-de-deus porque o pneu do carro furou como se isso fosse o fim do mundo e não existisse assistência ou seguro que atenda 24 horas, ela aparece na porta da sua casa 1 da manhã pedindo ajuda porque o cachorro dela se cortou cruzando uma cerca de arame farpado atrás de uma cachorra no cio, ela é do tipo que avisa pelo Facebook que está se mudando pro Rio de Janeiro pra fazer trabalho voluntário no “morro do alemão” porque na novela é muito digno. Resumindo a ópera: se drama tem um sinônimo, é Ana.
Estava dormindo e curtindo o tempo de sonho com o Johnny Depp que me restava antes de ter que acordar pra ir trabalhar no dia seguinte. Sem mentira, eram três horas da madrugada quando aquele alarme tocou loucamente! Digo alarme porque quando ela liga toca uma sirene de emergência, então eu e meu Johnny Depp onírico caímos da cama apavorados com aquela barulheira toda. Me preparei psicologicamente ao ver a foto dela na tela do celular e atendi.
A voz estridente do outro lado da linha começou a guinchar freneticamente no momento em que eu disse um “alô” bem mau humorado e, no meio da choradeira (ou gritaria, ficou meio difícil mesmo de diferenciar), eu não entendia nada do que a Ana falava. Começou a me bater um desespero porque aquela guria não se acalmava independente do que eu dizia e a única coisa que eu pensava era “ai minha nossa senhora, que ela não tenha saído da balada e atropelado um ciclista e nem tenha sido assaltada”! Foram 7 minutos de “se acalma que vai ficar tudo bem” – e devo acrescentar que vocês não fazem ideia do quanto é assustador ficar esse tempo (que nem parece muito) sem saber o que está acontecendo com a sua amiga do outro lado da linha telefônica. Entendi as palavras: “ele está indo embora”, “simplesmente assim, largou tudo” e “foi pros Estados Unidos”.
Pera aí… Pausa por um momento e repita essa afirmação! Como é que é?! Ele vai embora?
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segunda-feira, 29.04.2013 às 23:59 em Amor,Comportamento,Textos,Variedades | Por: Clarissa Esteves | 10 Comentários
Dois arrogantes e um amor
Tenho uma metade de mim que é você. Uma metade que não te deixa… Que todas as manhãs acorda com um sorriso no rosto. Tenho tua pele suave sobre a minha, tenho o beijo com gosto de infinito. Sinto o tempo voar entre teus lábios. Tua voz é música, não me canso de ouvir. Doce e leve que me invade, roubando todo o ar que consegui inalar. Depois de ter me roubado suspiros e oxigênio, você surge com a mesma mania, aparecendo sem ser convidado, com o sorriso mais lindo e essas covinhas tão bem desenhadas na boca. Você bate em minha porta, eu abro. E perco o ar que ainda me restava.
Você sempre diz que reclamo demais e que falo mais do que penso… Que às vezes ajo por impulso. Mas é só medo do meu amor te sufocar, juro! Outro dia tentaram me mudar, dizendo que meu amor deveria ser mais conservado, que deveria ser mantido a chaves. Não sei ser assim! Gosto daquilo que explode, daquilo que sai do controle. Gosto das palavras que ardem a cara, como tapa que lateja os dedos e queima a mão. Gosto do perigo e da ansiedade do amanhã não chegar a existir. Porque te amar é melhor quando os fatos fazem das lembranças momentos que não passam. São fatos que ficam, que não se afundam com as mágoas. Eu sou impulsiva, você mesmo diz. Lembra quando tua voz saiu mais alta que a minha, e você dizia que eu te machucava? Teria me enchido de culpa se você não tivesse dito que me amava mais por isso. Masoquista maluco! Perdoaria sua mentira, porque toda mentira confessada é a verdade mais bonita que se recebe.
Chega a ser engraçado, não é? Eu e o cara do lado. Quem diria! Era amor. Era tanto ódio que havia amor. E eu o amava! Loucamente, como se não houvesse nenhuma chance de morte nos segundos que se passavam e nos dias que nasciam. A vida era isso. Finalmente a vida tinha respostas. A vida era você, nós, andando de contramão ao mundo, de contramão à hipocrisia.
Porque nós éramos duas arrogâncias que se amavam. E nesse mundo a maldade também se apaixona. Nesse mundo ninguém sabe de nada, ninguém precisa saber de nada. Tudo que eu preciso é escrever, porque você… É a mentira mais verdadeira que amei.
segunda-feira, 08.04.2013 às 23:18 em Amor,Comportamento,Textos | Por: Rêe | 12 Comentários
A felicidade irreal nas redes sociais
Você já se perguntou alguma vez porque todo mundo é tão feliz no Facebook ou porque algumas pessoas se expõem tanto no mundo virtual? Ultimamente me pergunto isso todos os dias. Já deixo claro que não tenho nada contra quem usa a rede social como meio de divulgação de tudo que faz na vida, até porque cada um é livre pra viver do jeito que achar melhor. O que preocupa mesmo é o quanto as relações acabam engessadas por causa de toda essa exposição, que às vezes chega a ser extrema.
Nem tudo é regra e nem tudo é exceção… Óbvio que tem gente que usa as redes sociais de forma saudável. Há quem diga que a internet destrói relacionamentos e, ainda mais, dizem que será causa do enfraquecimento das relações pessoais, mas eu não penso assim. Na verdade, a pergunta certa a se fazer é: você é resultado das redes sociais ou a sua rede social é resultado de quem você realmente é? Vai dizer que você não acha legal fazer aquela super viagem, alcançar uma grande conquista, realizar um sonho e dividir esses momentos tão marcantes nas redes sociais? Sim, é claro! O problema é que aí mora a linha tênue entre a exposição exagerada e o simples compartilhar de momentos bons, e é nessa hora que o bom senso de cada um faz toda a diferença.
Pode parecer bobagem, mas todo mundo conhece alguém que para a cada cinco minutos pra postar uma foto no Instagram, no Facebook e onde mais puder aparecer. E assim os momentos deixam de significar momentos e passam a ser só mais uma forma de mostrar pro mundo o quanto se é feliz, o quanto se pode gastar ou o quanto se está por dentro do que é novo, do que está na moda, do que chama atenção, e assim a vida acaba se tornando uma vitrine.
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segunda-feira, 11.03.2013 às 00:36 em Comportamento,Textos,Variedades | Por: Rêe | 19 Comentários
Liberte-se das relações fracassadas, dê uma chance a si mesma!
Essa semana, uma conhecida me procurou pra chorar as pitangas porque tinha terminado o namoro – de novo. Ressalto o “de novo” porque a situação é bem recorrente no caso dela e se repete pelo menos uma vez por mês. Seja por uma palavra mal falada, um olhar torto, um programa de fim de semana que os dois não concordam em fazer… Tudo acaba virando briga, e junto com as brigas discussões, gritos e lágrimas.
Mas depois de uma ou duas noites mal dormidas, meia dúzia de insultos jogados ao vento e lágrimas, muitas lágrimas, o casal volta às boas. Nada contra quem termina e volta, até porque não tem coisa mais bonita que ver um casal fazendo as pazes e muitas vezes é só uma fase ruim ou um problema passageiro, mas tem hora que a situação passa do limite e é aí que mora o perigo e a falta de bom senso. Quem nunca investiu em um relacionamento que já tinha tudo pra ser enterrado de vez? Mas, como a esperança é a última que morre, na maioria dos relacionamentos fadados ao fracasso morre primeiro o respeito, a cumplicidade e o amor. E, no fim, sobra mágoa e ressentimento.
Por que é tão difícil terminar um relacionamento que a gente sabe que não está dando certo? Muitos motivos podem ser apontados. Há quem diga que não perde a esperança de ver no outro aquela pessoa por quem se apaixonou. Algumas pessoas permanecem juntas porque se acomodaram e se acostumaram com a presença um do outro e há casos ainda que o medo da solidão é apontado como justificativa.
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quarta-feira, 06.02.2013 às 23:17 em Amor,Comportamento | Por: Rêe | 12 Comentários
“Entre ele e elas”: O segredo é saber viver
Decepções e dificuldades na vida são fatos do nosso cotidiano. Afinal, quem nunca quebrou a cara com um relacionamento, terminou uma grande amizade ou, simplesmente, brigou por coisas bobas ou por motivo algum?
Acredito que somos totalmente sujeitos a esses fatos, dia após dia. Vejo que muitas mulheres se abalam bastante quando encaram obstáculos, sejam pequenos ou grandes e, muitas vezes, essas dificuldades influenciam na convivência entre amigos, no trabalho, na faculdade ou até em família. Mulheres, tenham convicção de que nada é e nem será fácil para vocês!
A vida ensina e as prepara para as grandes dificuldades como menstruação, gravidez, parto, filhos e até salto alto (e imagino como esse último deve ser difícil!). Dessa forma, vocês aprendem a aguentar o inconveniente, a dor, a espera e o sacrifício. Sendo assim, digo que decepções e dificuldades serão sempre passageiras na vida da mulher e, talvez futuramente, você perceba que aquilo que parecia o fim do mundo pode ter sido o empurrão que faltava ou a porta de entrada para uma fase de grandes mudanças e novos sonhos. Leve tudo aquilo de bom que a vida lhe proporciona, dê o máximo de si em todos os campos de sua vida e nunca se esqueça de que nada acontece por acaso. Então, esteja sempre preparada para as surpresas e armadilhas que somos submetidos a cada dia.
Nunca lamente ou diga “eu não consigo” pois você estará mentindo para si mesma. Saiba que é indescritível um belo sorriso seu ao amanhecer, uma palavra de carinho durante o dia, um grande abraço em uma amiga acompanhado de inúmeras risadas e gargalhadas. Veja como você mesma faz a diferença no ambiente e nas pessoas ao seu redor. E, por último, não corra contra o tempo e nunca deixe que palavras e acontecimentos sejam mais fortes que seus sonhos e desejos!
Beijos, Cris
sábado, 26.01.2013 às 23:35 em Comportamento,Entre ele e elas | Por: Cristian Abdallah | 6 Comentários
Bullying: Pequenas atitudes, grandes mudanças
Sabe quando chega aquele sábado, bem no final do semestre letivo da faculdade, em que você está mega cansada de estudar e só quer que saiam os resultados das matérias pra então pegar o carro e ir pra praia com os amigos curtir aquele descanso merecido? Aí, por capricho de São Pedro, apesar de ter feito um calor infernal acompanhado por um sol escaldante a semana inteira, quando você acorda na manhã do fim de semana está chovendo… E você decide ficar em casa assistindo TV.
Algo desse tipo aconteceu comigo não faz muito tempo e, enquanto eu curtia o meu mau humor de quando-meus-planos-saem-errado, fiquei passando os canais da Sky e vi que estava pra começar “One Tree Hill”, um seriado de drama. Li a sinopse e me pareceu meio draminha-adolescente-água-com-açúcar, mas o resumo trazia o título do episódio, e foi isso que me chamou atenção: “With Tired Eyes, Tired Minds and Tired Souls, We Slept” – algo como “com olhos cansados, mentes cansadas, almas cansadas, nós dormimos”.
Confesso que fiquei surpresa. Logo na abertura, o personagem principal faz uma reflexão que diz o seguinte: “Esta escuridão tem um nome? Essa crueldade, esse ódio… Como nos encontrou? Roubou uma entrada em nossas vidas ou nós que a procuramos e a abraçamos? O que aconteceu conosco, que agora mandamos nossos filhos pelo mundo da mesma forma como enviamos homens à guerra, esperando por seu retorno seguro, mas sabendo que alguns se perderão pelo caminho. Quando nós perdemos nosso caminho? Consumido pelas sombras, engolidos por esta escuridão… Ela tem um nome? É o seu nome?”.
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quinta-feira, 20.12.2012 às 23:25 em Comportamento,Textos,Variedades | Por: Clarissa Esteves | 10 Comentários































