Manual Prático do Vestibulando

As Casas Bahia já começaram sua exibição anual daquele hit natalino “Então é Natal” e as lojas estão apinhadas de gente fazendo compras, o que significa que mais um ano está encerrando. O sol vem rachando e abrindo alas pra mais um verão fantástico e, com ele, mais uma chance de estrear aquele seu biquíni. Mas sabe quem mais vem se aproximando rapidamente? Sim, são eles: os temidos vestibulares de verão.

Particularmente, tive uma experiência um tanto quanto traumática na época em que passei por isso, porque sou uma pessoa desesperada / preocupada / ansiosa por definição e por natureza. Durmo mal em véspera de provas, minhas mãos tremem antes de apresentações em público – e não é nem por eu não saber o que vou falar ou não saber a matéria da prova, mas eu sinto esse turbilhão de informações correndo pelos meus neurônios e acabo me confundindo completamente. Na época em que toquei teclado com uma banda, sempre tinha a impressão de que ia esquecer todo o repertório no momento em que as luzes brilhassem… E, minutos antes da minha entrevista pro estágio, eu achei que tinha parado de respirar.

A verdade é que eu imponho padrões muito altos pra mim mesma. Exijo demais, porque sei o quanto aquilo é importante, o quanto eu lutei e trabalhei por aquilo, e por alguns instantes me parece impossível manter a calma. Só depois da primeira frase da apresentação, depois que passa o primeiro refrão da música, depois de resolver a primeira questão da prova (e notar que a resposta que encontrei de fato consta no gabarito) que me vejo capaz de relaxar.

Sendo sincera, acho esse nosso sistema brasileiro de avaliação um tanto quanto injusto. Muitas vezes eu me senti como uma pessoa que tinha tanto pra mostrar, mas acabava sabotando a mim mesma por nervosismo ou por quaisquer razões adversas. Afinal de contas, se você pensar por um momento, o vestibular é uma prova, realizada em um dia da sua vida. E é bem nesse dia que você acorda com dor de garganta, com cólica, que o trânsito vai estar pior do que deveria, que você vai esquecer de colocar o despertador pra tocar, que qualquer coisa… Porque a lei de Murphy determina que: “as chances de as coisas darem errado são diretamente proporcionais à sua necessidade de que elas deem certo”.

Existem coisas que são realmente irremediáveis, porém algumas outras podem ser minimizadas ou até evitadas se tomados alguns cuidados. Confesso que já vi de tudo acontecer em dia de vestibular: quando eu era vestibulanda, lembro que um casal que estudava comigo ficou de amores no pátio e perdeu o horário da prova; e outra vez, quando eu já estava na faculdade (viu gente, todo mundo chega lá um dia!) e trabalhei de fiscal, teve um rapaz que foi desclassificado porque saiu da sala pra ir ao banheiro e, quando passaram o detector de metais, descobriram um Tamagotchi (sabe aquele bichinho virtual?) no bolso dele – e como sabemos, não é permitido o uso de nenhum tipo de equipamento eletrônico durante a prova.

Mas devo dizer que, de todas, a pior gafe da história da humanidade aconteceu esse ano, durante a prova do ENEM, quando alguns candidatos tiraram fotos dos cadernos de prova e postaram no Facebook. Gente, pelo amor de Deus, essa foto valeu a desclassificação? Valeu mais um ano de esforço e espera? Acho que não, hein… Existe vida além da sua Timeline e algumas prioridades (além do bom senso, que eu sempre cito em todos os meus posts) devem ser estabelecidas.

 

Vamos então ao “Manual Prático do Vestibulando”:

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Alergia a esmaltes? Pintando as unhas com responsabilidade!

Sempre adorei pintar as unhas e comprar milhares de esmaltes mas, quando comecei a me aprimorar nas técnicas para eu mesma conseguir pintá-las (o que me deixou muito feliz, pois trocava de cor várias vezes por semana e amava estar com as unhas lindas), comecei a sentir as pontas dos meus dedos coçarem muito. Eu nem imaginava que poderia ser alergia, então continuei pintando com os esmaltes que eu estava acostumada…  Até o dia em que acordei com o meu lábio inferior inchado e fui correndo ao médico, foi aí quando descobri que o Tolueno presente na maioria dos esmaltes estava me dando alergia. Logo que cheguei em casa, comecei a pesquisar e fiquei bem irritada por não achar muita coisa sobre esse tipo de alergia, e ainda pior quando vi as opções limitadas de cores que eu poderia usar.

De modo geral, 10% da população tem alergia a esmaltes, sendo que 95% dessas alergias são causadas pelo Tolueno, que é um solvente usado para a fixação do esmalte. O Formaldeído é o causador dos 5% restantes, estando presente na resina do esmalte, que dá aderência e durabilidade a ele.

Entre os componentes da fórmula dos esmaltes estão o Tolueno, Nitrotolueno, Dibutilftalato, Furfural e Formaldeído, porém em alguns países os dois primeiros já foram banidos, porque são cancerígenos. Mas, no Brasil, a Anvisa ainda permite a presença deles e não põe limite para a quantidade de Tolueno, por exemplo, que tem efeito cumulativo no organismo e também pode causar câncer. Então, meninas, fiquem espertas com os esmaltes que estão usando, olhem sempre os componentes!

 

Já experimentei várias marcas e fiquei muito feliz em saber que a Colorama está livre dessas substâncias, assim como os hipoalergênicos da Risqué.

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Namoro: A Etiqueta do Término

Por muito tempo, tive em mente uma filosofia de vida muito simples e eficiente: “ex bom, é ex morto” – e fim da história. Esse negócio de ficar amiga de ex-namorado, de manter contato com o ex da amiga, de ficar com um sorriso no rosto ao esbarrar com o infeliz no aniversário de alguém e agir como se tudo fosse lindo e maravilhoso nunca fez parte do meu repertório.

Eu sempre tive esse dom incrível de nunca mais dar de cara com nenhuma pessoa com quem eu não quisesse mais conviver, mesmo que ela morasse na minha rua ou estudasse no mesmo lugar que eu. O problema foi quando eu me mudei pra uma cidade no norte de Santa Catarina que na época era tipo assim, um fim de mundo… Traduzindo: MUITO pequena.

Naquela época, no auge dos meus 15 anos e no auge das tão badaladas festinhas de 15 anos, não demorou muito pra que eu me enturmasse com uma galera legal e, claro, conhecesse AQUELE gato. Meninas, eu não vou mentir… Ele era o máximo! Lindo de morrer, romântico incorrigível, tímido de um jeito incrivelmente fofo. E o melhor: ele estava ME dando trela, ou seja, eu nem anotei a placa do caminhão que me atropelou… E, da noite pro dia, fui de garota popular e despreocupada pra tonta apaixonada.

O drama todo durou uns seis meses, e sinceramente é uma história da qual eu recordo com muito carinho. Primeiro porque foi meu primeiro “namorado” (e dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece), mas principalmente porque ele foi muito… Eu ia dizer legal, mas legal é uma palavra meio sem graça, acho que “foi sempre muito honesto comigo” descreve melhor a essência do que anos tínhamos. Ficamos muito amigos logo de cara, daquele tipo meio insuportável que pode contar um com o outro pra tudo e, quando acabamos ficando juntos, éramos de um companheirismo sem igual. Mas nem tudo dura pra sempre, e nós dois não tivemos um “para sempre” no nosso “viveram felizes”.

Eu digo isso porque a coisa toda deu muito certo, quando poderia ter acabado muito errado. Chegou num ponto que nós dois percebemos que éramos muito mais amigos do que casal, conversamos – e foi uma conversa bem desconfortável porque né, essa desculpa do eu só te vejo como amigo é sempre estranha, mesmo quando é verdade – e acabamos terminando.

Terminamos sem lágrimas, sem escândalos e sem pratos voando na cabeça um do outro. Ficamos amigos por muitos anos, demos muitas risadas juntos, seguramos a barra um do outro por inúmeras outras vezes, mas eventualmente seguimos caminhos diferentes. E hoje eu estou aqui, ele está lá e apesar de sempre sorrirmos quando nos encontramos, não mantemos muito contato.

Quando a coisa termina em bons termos dos dois lados, não é muito difícil manter uma amizade ou pelo menos uma certa cordialidade. Mas todas nós sabemos que nem sempre é assim, e comigo não foi diferente… Eu escolhi bem meu primeiro namorado mas esculhambei comigo mesma por pelo menos os cinco anos que se seguiram, porque olha, me enrolei com cada traste! E aí, minha amiga, não era só prato que voava, era vaso, era livro e até o bichinho de pelúcia que ele me deu de dia dos namorados entrava na dança. Sejamos sinceras: se você tem um instinto de esfolar o cara no asfalto te corroendo por dentro e dá de cara com ele na festa de aniversário da sua melhor amiga, pode ser meio problemático.

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Conheçam a nova equipe, as novas colunas e as novidades do blog!

O desejo de manter o blog mais atualizado e com diversos temas me fez abrir as inscrições pra novos colaboradores, em maio desse ano.

Confesso que esperava receber poucas inscrições, mas acabei recebendo umas 150. Juro que, se eu pudesse, escolheria todas, porque recebi muitas inscrições incríveis! Por isso mesmo resolvi criar a coluna mensal “Post da Leitora”, que também estará explicada neste post.

Depois de muito tempo analisando cada e-mail, consegui cumprir a difícil tarefa de escolher apenas 10 novos colaboradores semanais pra equipe. Vamos conhecê-los?!

 

NOVA EQUIPE

 

FOTOGRAFIA E DESIGN

Daniele Larri, 34 anos, natural da cidade de Resende-RJ, fotógrafa profissional e mãe 24 horas. Cidadã do mundo, morou em todas as regiões do país, inclusive no exterior. Ama viajar e, é claro, fotografar tudo… Especializada em book adulto e infantil, tem na fotografia e edição de imagem uma verdadeira paixão que está disposta a compartilhar! “Quem divide conhecimento, multiplica sabedoria e soma amizades.”

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Maiara Dalpiaz, 20 anos, estudante de Web Design e tatuadora, mora em Curitiba porém tem um pé em Londres e cidades vizinhas. É do tipo de pessoa quieta, mas que tem a mente transbordando ideias. É apaixonada por design / fotografia / tatuagens e coisas do gênero. Iniciou no ramo da tatuagem há pouco tempo, mas desenha desde seus 12 anos de idade. É canceriana, apesar de não acreditar que um signo possa influenciar no seu meio cotidiano. Tem um humor extremamente ácido e doce ao mesmo tempo!

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